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Malaparadois – Dicas de Viagens & Lifestyle em um único site!

Oriente Médio: Será tão perigoso assim?

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É perigoso, mas nem tanto. Guerras, homens-bomba, decapitações, sequestros. Quem, nas últimas décadas, não viu e ouviu tais termos sendo associados, incontáveis vezes, aos países do Oriente Médio? É bem verdade que a maioria das vezes estas notícias são reais e fazem todos que pretendem visitar a região ficar com medo da aventura.

A região disputada séculos por vários povos é uma espécie de “ponto de passagem” entre a África, a Europa e Ásia, um significado fundamental para a fé monoteísta e recursos naturais cobiçados por potências de todos os cantos do mundo, tornando-a um lugar sob constantes e violentas disputas. Tais conflitos acabam por marginalizar o que a região tem de melhor: cidades históricas lindíssimas, paisagens naturais de tirar o fôlego e, acima de tudo, uma população majoritariamente boa e receptiva e que, acredite se quiser, não compactua com a mentalidade de grupos radicais.

Vamos ressaltar apenas alguns pontos turísticos de países que geralmente são deixados para traz por terem “fama” de violentos, estarem sempre em conflitos armados, guerras, dentre outras situação que podem deixar qualquer viajante com medo de se aventurar por lá. Emirados Árabes Unidos, Catar, Arábia Saudita, Bahrein e Dubai são destinos internacionais consagrados, por tanto não abordaremos aqui. Outros destinos como Síria, Iêmen, Omã, Iraque, Irã, também não vamos abordar por se tratarem de Estados radicais e não aconselhamos uma visita a estes países sem devida precaução e guias especializados.

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Principais Pontos Turísticos

 

Petra, Jordânia

 

Petra, o principal cartão-postal da Jordânia está localizado a cerca de 3 horas e meia da capital, Amã. Chamada de “cidade rosa”, Petra (pedra, em grego) foi fundada por volta de 312 a.C. pelo povo dos Nabateus, uma tribo nômade árabe. A cidade, então, se transformou em um ponto estratégico das rotas de caravanas, que transportavam incenso, mirra e especiarias pelo Oriente Médio. Foi esquecida pelo tempo e somente os beduínos locais sabiam sua localização, até ser redescoberta em 1812, pelo explorador suíço Johan Ludwig Burckhardt. Para conhecê-la a fundo, serão necessários de dois a três dias, já que suas atrações estão espalhadas por 5,2 quilômetros quadrados, repletos de túmulos, templos, cisternas, teatros etc.

 

A entrada é feita pelo “Siq”, um estreito com mais de um quilômetro de comprimento, ladeado por imponentes paredes com 80 metros de altura. Ao fim deste caminho, aparece Al-Khazneh (Tesouro), uma fachada imponente com 30 metros de largura e 43 de altura esculpida na própria rocha de um rosa poeirento, ela foi esculpida no início do século I para ser o túmulo de um importante rei Nabateu. O ponto de saída para os visitantes é o povoado de Wadi Musa, onde se encontram restaurantes, casas de câmbio, lojinhas de suvenires, além de hotéis. Carros não podem circular no local, mas se pode alugar carruagens ou cavalos.

 

Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1985, Petra foi eleita uma das novas sete maravilhas do mundo e cenário de Indiana Jones e a Última Cruzada.

Turquia

 

Não uma única atração na Turquia, ela é cheia de locais à visitar. Por séculos, a grande ameaça que vinha do leste, o poderoso império otomano, tirou o sono dos reinos cristãos da Europa. Eles penetraram pelos Bálcãs, conquistaram a Hungria, chegaram às portas de Viena. Mas hoje são eles que querem ser invadidos. Desde 2010, quando a Turkish Airlines passou a voar direto do Brasil (São Paulo) a Istambul, ficou muito mais fácil chegar até a Turquia para nós brasileiros. Os turistas brasileiros chegaram com tanta força que, só em Istambul, já há algumas dezenas de guias especializados em turistas brasileiros, que falam um português fluente recém-aprendido. Além disso a Turquia possui boa infraestrutura turística e segurança, o que conta muito na hora de escolher a próxima viagem.

O sucesso turco entre nós é fácil de entender. Antes de mais nada, o povo é afetuoso e receptivo, o que torna a viagem uma experiência humana inesquecível. Além disso, eles têm uma das metrópoles mais interessantes do mundo em Istambul, praias belíssimas à beira do Mediterrâneo, uma comida deliciosa (parece um pouco com a comida “árabe” a que estamos acostumados, mas com outras nuances), o legado cultural de quem já foi o umbigo do mundo e uma das paisagens mais exóticas e desconcertantes do globo, a Capadócia, além de Pamukkale que é um conjunto de piscinas termais de origem calcária que com o passar dos séculos formaram bacias gigantescas de água que descem em cascata numa colina, situado próximo a Denizli.

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Israel

 

Terra Santa, sagrada e querida, tão disputada que motivou cruzadas, intifadas e batalhas campais. Israel é um estado histórico, mas muito jovem, criado em 1948 para servir como lar para os judeus que por quase dois mil anos se espalharam pelo mundo, expulsos pelos romanos.

De lá para cá conflitos espocaram, mártires surgiram. O fato é que todo visitante logo percebe que esse é um país único. Para muitos, um destino a ser evitado, para outros tantos, a viagem de uma vida.

 

Jerusalém de Davi, onde Cristo pregou e foi crucificado e Maomé ascendeu aos céus. Das encostas do monte das Oliveiras ao Muro Ocidental, do reluzente Domo da Rocha aos mercados da Cidade Velha, culturas, religiões e povos vêm cruzando seus caminhos por aqui a milênios, criando uma atmosfera única, densa e de atroz encanto.

 

Siga os passos de Jesus em Nazaré e Belém, onde está a Igreja da Natividade, conheça a vida comunitária dos kibutzim e suba ao alto do altivo forte em Masada.

Aos seus pés está o Mar Morto, mais profunda depressão terrestre, quase 400 metros abaixo do nível do mar, com águas tão salobras que é praticamente impossível afundar nelas.

Por onde quer que se vá a segurança é extrema e percebe-se certa tensão no ar, mas beleza e emoção andam lado a lado com as preocupações do dia-a-dia.

Apesar de eventuais dores de cabeça com bloqueios nas estradas, revistas do exército e conversas enviesadas, Israel é certamente mais seguro para o turista do que outros lugares no globo. Contudo, evite áreas de conflito e siga as regras de segurança.

 

A infraestrutura turística costuma ser excelente (apesar de muitas coisas estarem escritas apenas em hebraico ou árabe). Já a cozinha é leve, saborosa e saudável, com muitos pratos conhecidos dos nossos restaurantes árabes, como os onipresentes falafel e homus.

Isso para não cair na obviedade de dizer que lá há ótimas opções tanto de comida kosher como de restaurantes internacionais, afinal, este é um país de toda a humanidade.

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Egito

 

Terra dos mistérios, superstições e da moderna arqueologia, o Egito fascina com sua rica história, grandes monumentos e o poderoso rio Nilo.

A cidade do Cairo é a porta de entrada para o país, contando com um dos mais incríveis museus do planeta, o Museu do Cairo, repleto de múmias, sarcófagos, esculturas e outras preciosidades. Mas sua organização é péssima, com uma curadoria idem. Caótica, barulhenta e dinâmica, a cidade possui um trânsito infernal. Próximo ao centro está o platô de Gizé, com as grandes pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos e a famosa esfinge.

Descendo o rio Nilo estão cidades como Edfu, com seu magnífico templo de Hórus, o mais bem preservado do Egito Antigo; Kom Ombo, e seus edifícios gêmeos, e a espetacular Luxor, com complexos religiosos incríveis como Karnak, e o imperdível Vale dos Reis, onde estão as tumbas de faraós como Ramsés II e Tutâncamon. Mais ao sul, está a agradável Aswan, próxima à barragem do lado Nasser. Aqui é o local ideal para explorar as ruínas de Abu Simbel, quase na fronteira com o Sudão, e a Ilha Philae, com o templo ptolomaico de Ísis, o último onde foram inscritos hieróglifos. Quando estiver na região, não deixe de visitar os sukhs, os milenares mercados de caravanas, e fazer um passeio de felucca, a embarcação de velas triangulares que cortam as águas do Nilo.

A oeste do país encontra-se o oásis de Siwa, onde Alexandre, o Grande, foi reconhecido faraó. Ele fundaria no delta do Nilo, já no mar Mediterrâneo, a cidade de Alexandria, onde maravilhas da antiguidade como o farol e a mítica biblioteca legaram fama e quase nenhum vestígio material.

Para quem acha que o Egito resume-se a deserto, areia, múmias e faraós, não deixe de conhecer o Mar Vermelho, um dos melhores pontos de mergulho do planeta. Suas belíssimas águas azuladas e ampla biodiversidade estão em franco processo de deterioração por excesso de exploração turística e poluição, mas a visita a resorts como Sharm-el-Sheik e Hugharda são um excelente contraponto ao clima árido do resto do país.

A culinária local é nutritiva e barata, oscilando entre pratos bem conhecidos como kafta, esfiha, saladinhas e falafel. Viajar pelo Egito de forma independente é razoavelmente fácil, com opções para todos os bolsos, mas os serviços e infra-estrutura são em grande parte pobres e confusos. Pode ser difícil descobrir onde fica um ponto de ônibus ou embarcadouro e pode haver surpresas com relação aos preços pagos em passeios. Aliás, uma das marcas registradas do país são insistentes vendedores que tentam lhe empurrar de fotos com camelos a mini-esculturas de deuses, ou irritantes pessoas que lhe pedem gorjeta por qualquer coisa. "La, shukran", "não, obrigado", é uma das primeiras expressões que todos os turistas estrangeiros aprendem para se desvencilhar dessas hordas.

O país é um destino razoavelmente seguro, mas as tensões político-religiosas existem em todas as regiões. Para compreender um pouco mais sobre o islamismo, visite mesquitas, como Al-Azhar, e descubra incríveis belezas que os estereótipos nos fazem cegar.

O Egito é fascinante, mas exige paciência. 

Egito - Platô de Gize

Egito - Platô de Gize

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Egito - Cidade de Edfu

Egito - Cidade de Edfu

Templo de Hórus | malaparadois - Dicas de Viagens & Lifestyle em um único site!

Egito | Luxor

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Egito | Abu Simbel

Egito | Abu Simbel

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Egito | Templo de Philae

Egito | Templo de Philae

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Egito | Siwa

Egito | Siwa

A cidade de Alexandre "O Grande" | malaparadois - Dicas de Viagens & Lifestyle em um único site!

Egito | Mar Vermelho

Egito | Mar Vermelho

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Beirute, Líbano

 

Beirute tem ao mesmo tempo ruas repletas de lojas de grifes internacionais e bairros pobres mais distantes do centro. Um lugar de contrastes, onde o passado e o presente se misturam e se completam. Ex colônia francesa, o Líbano passou por uma guerra civil que durou 15 anos (1975-1990). Um período que foi suficiente para destruir boa parte desse pequeno país. Depois de dezesseis anos de aparente calma, veio a guerra com Israel, em julho de 2006. Um ataque de 34 dias que devastou Beirute e boa parte do sul do país.

 

Mas nada disso deve desanimar os viajantes - conhecer essas terras pode ser uma experiência encantadora e surpreendente. Esse passado instável faz dos libaneses pessoas adoráveis que sabem aproveitar o que a vida tem de melhor. 

 

Essa sede de vida é contagiante e pode ser vista em todos os lugares; pessoas que fazem compras nas lojas do bairro Hamra, famílias que se encontram nos cafés do centro e amigos que passeiam pelo calçadão La Corniche ao entardecer, tudo isso faz parte do alegre dia-a-dia dos beirutianos.

 

O Líbano é uma nação pequena. De norte a sul o país tem cerca de 220 quilômetros e pouco mais de quatro milhões de habitantes. Menor ainda é Beirute, onde três dias são suficientes para conhecer a capital. Um bom roteiro é começar pelo centro que foi todo reconstruído depois dos bombardeios que a cidade sofreu. A torre do relógio (Place d' Etoile) é o ponto central da cidade - dali saem diversos calçadões cheios de lojas chiques, cafés e restaurantes.

 

Um pouco mais a frente está a Mesquita Al Omari. Uma boa opção é apreciar o edifício durante a noite, quando fica todo iluminado. O bairro Hamra é uma região alegre e cheia de vida, onde há boas opções de acomodação. A oferta de hospedagem também é boa em Ras Beirut, bairro onde fica o campus da Universidade Americana. A cidade tem hotéis com todos os tipos de comodidades e preços. Em Ain El Mraiseh  e Verdun, por exemplo, estão boas opções de hotéis e restaurantes. 

 

Durante a noite, Beirute não para. A capital é conhecida por ter uma vida noturna muito agitada. A rua Monot no bairro Achrafiyé é uma das mais famosas com seus bares e clubes. Simplicidade por ali não existe. Quando os beirutianos saem à noite, costumam se arrumar bastante e exibem suas melhores produções.

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O que devemos saber antes de ir?

Nem todo mundo é muçulmano - O islã predomina no Oriente Médio, mas a região é um poderoso polo religioso cobiçado por outras crenças. Cristãos são numerosos e politicamente ativos no Líbano e no Egito, e no Irã, nação vista como um antro do islamismo radical, existem comunidades judaicas e até do zoroastrismo, religião que crê em um Deus Supremo chamado Ahura Mazda. E isso sem contar na divisão dentro do próprio Islã, que separa os que acreditam em Maomé entre sunitas e xiitas.

 

Nem todo árabe falado é igual - O árabe falado na região está quebrado em diversos dialetos. Não se trata de um idioma que apenas ganha distintos sotaques em diferentes territórios (como ocorre com o espanhol na América), mas de uma língua que sofre significativas alterações estruturais e de vocabulário em cada país em que marca presença. Um libanês, por exemplo, pode não entender o que um egípcio está falando.

 

Barba, véu e religião - Em países muçulmanos, muitas mulheres devem cobrir quase que todo o corpo para sair à rua. Mas há diversas exceções: em locais como Istambul e Beirute, é comum ver mulheres com minúsculos shorts, diminutas blusas e seguras e felizes com seu estilo. Em Israel, a tendência é parecida. E o mesmo se aplica ao sexo masculino: nem todo homem muçulmano usa barba como costumam mostrar a TV.

 

A mulher é oprimida - Sim. A mulher é oprimida em boa parte do Oriente Médio, mas em diferentes graus: no Egito, mulheres são assediadas na rua caso não estejam usando uma roupa considerada "respeitável". No Irã, existe a obrigação institucionalizada de cobrir grande parte do corpo. E ainda é raro ver mulheres em posições de destaque na área. A exceção é Israel, onde mulheres são parte ativa das Forças Armadas e da política, ocupando cargos de alto status.

 

Governos são autoritários - Sim. A Primavera Árabe deu a impressão de que o Oriente Médio iria se livrar de seus governos opressivos. Porém, o Egito está novamente sob um governo autoritário, que tem deixado seus cidadãos com medo na hora de discutir política. A Turquia, pouco afetada pela Primavera, também costuma cercear a liberdade de expressão de seus cidadãos. O país com mais práticas democráticas da área é Israel, mas seu governo discrimina muitos palestinos.

 

E se houver um atentado? Pode-se morrer? - Sim. Os países do Oriente Médio costumam sofrer atentados a bomba e quem não se lembra do último ataque na Tunisia? Mas, a verdade é a seguinte: é preciso ter muita falta de sorte para ser pego em uma explosão. Porém, antes da viagem, veja as notícias sobre a situação da segurança no seu destino.

 

Não é fácil viajar pelo Oriente Médio - Prepare-se para um desafio logístico. No Líbano, é quase impossível entrar por terra: sua fronteira sul com Israel é fechada para o trânsito de turistas e o resto de seus limites é vizinho da Síria. Qualquer sinal de que você tenha entrado em Israel no seu passaporte fará você ser barrado ao tentar entrar no Líbano e no Irã. E não há companhias de baixo custo na região: se quiser fazer tudo de avião, será bem caro.

 

Como não chocar os outros no Oriente Médio - Será difícil um “ocidental” não ter choques culturais no Oriente Médio, um local profundamente religioso e onde, tirando a Turquia, se escreve da direita para a esquerda.

 

Mulheres, é melhor sempre ter um véu na bolsa - Visitar mesquitas é uma das atividades mais interessantes para quem está no Oriente Médio. São locais perfeitos para entrar em contato com a fé islâmica e ver fiéis realizando suas orações diárias. Mulheres são geralmente bem-vindas, mas, para ingressar nas mesquitas, precisam se cobrir com um véu. Ande com um na bolsa, ou você terá que usar uma cobertura nem sempre muito limpa cedida na entrada do templo

 

Homens... tire os sapatos – Para entrar nas mesquitas os homens precisam tirar seus sapatos. Também é respeitoso usar calça em cidades conservadoras como o Cairo e Sidon (no Líbano), onde pouquíssima gente usa bermuda.

 

De olho nos sinais - No Irã, o sinal de "joinha", com o polegar para cima, é uma grande ofensa: os nativos entendem como "vai tomar naquele lugar". Nos países muçulmanos, é indelicado apontar a sola do calçado para alguém: sapatos são considerados objetos impuros pelos seguidores do islã. No Líbano, não estranhe se, em um diálogo, alguém levantar o rosto empinando o nariz para você: este é o sinal libanês para o "não".

 

Barganhar é uma arte e todos devem fazer - Os nativos do Oriente Médio costumam ser ótimos negociantes e, ao vender um produto ou serviço para o turista, quase sempre esperam que o visitante peça um rebaixamento no preço (é por isso que a primeira oferta é sempre inflacionada). Isso serve para as lojinhas de produtos egípcios no Cairo, para os táxis de Beirute e as lojas de produtos religiosos de Jerusalém.

 

Política e Religião podem ser problemas - Tome cuidado ao falar mal dos governantes do Oriente Médio ao visitar a área. No Egito, por exemplo, muitos nativos têm receio de tecer comentários sobre Abdel Fatah al-Sisi, presidente do país e que vem tratando seus opositores com mão de ferro. Criticar ou fazer piadas com o casal real da Jordânia também pode cair muito mal. E evite elogiar Israel se você quiser fazer amizade com algum palestino.

 

Lembrem-se sempre que o Oriente Médio é uma “eterna” zona de conflitos, por tanto qualquer viagem para a região deve-se ter muito cuidado, planejamento e se possível fazê-la com agências e guias especializados na região.

Em fim...

Boa viagem e curtam o Oriente Médio.